No dia 8 de setembro, quando é celebrado o Dia Mundial da Fibrose Cística, o monumento ao Cristo Redentor foi iluminado em roxo. A iluminação foi uma parceria entre a Associação Carioca de Assistência à Mucoviscidose (ACAM-RJ) e o Santuário Arquidiocesano Cristo Redentor. O objetivo foi conscientizar a população sobre essa doença genética rara, que ainda é pouco conhecida, mas impacta significativamente a vida de centenas de famílias no Brasil e no mundo.
A Fibrose Cística, também conhecida como mucoviscidose, afeta principalmente os sistemas respiratório e digestivo. Trata-se de uma condição não contagiosa e sem cura, mas que, com diagnóstico precoce e tratamento adequado, permite que pacientes tenham mais qualidade e expectativa de vida.
No estado do Rio de Janeiro, a ACAM-RJ atua há mais de três décadas oferecendo suporte essencial a pessoas com Fibrose Cística e seus familiares. Fundada em 1989, a instituição é atualmente a única organização da sociedade civil fluminense dedicada exclusivamente a esse público, acompanhando cerca de 300 pacientes cadastrados, sendo aproximadamente 50% crianças com menos de 12 anos.
A data reforçou a importância da informação e do diagnóstico precoce, especialmente por meio do teste do pezinho ampliado, fundamental para identificar a doença ainda nos primeiros dias de vida. O acesso contínuo ao tratamento também é essencial para o controle dos sintomas e a prevenção de complicações.
A iluminação do monumento ao Cristo Redentor fez parte das ações do Setembro Roxo, mês de conscientização sobre a Fibrose Cística, dando visibilidade à causa, sensibilizando a sociedade e ampliando o debate sobre os desafios enfrentados pelos pacientes.


